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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

EDITORIAL SOBRE A IDA DE MAIS UMA PARTE DA ZAMBONI PARA O RIO DE DE JANEIRO: TCHAU ALÉM PARAÍBA

Da Rio Bahia para Duque de Caxias. Governo do PT quer é grana, não reduz impostos e a Zamboni dá mais um tchau.
Com um nota seca bem ao seu estilio depois que virou mega distribuidora, o Grupo Zamboni comunica que “compromissos fiscais” com o Estado do Rio de Janeiro, com o qual desafortunadamente somos fronteiriços, mais uma parte de suas atividades passarão a ocorrer na baixada Fluminense. Uma fonte nos garantiu que essa decisão já está tomada desde o ano passado quando nada se conseguiu com o Governo de Minas Gerais no sentido de reduzir a a sufocante carga tributária. Na época, ano eleitoral, tudo foi prometido, tudo foi garantido, Deputados foram pais da criança, candidatos locais abraçaram a causa e a deram com vencida mas, no final, nada de efetivo aconteceu. Também não vamos fazer romance, histórias épicas de um empresário que começou a vida vendendo leite na carrocinha e depois se tornou grande atacadista. Não vem ao caso. Não é essa a proposta do editoral. O Empresário Alencar Zamboni tem todos os valores grandiosos e suas empresas sempre foram de grande importância para Além PAraíba. Sua história de vida é bonita no entanto não foi e nem deveria ser suficiente para que a Zamboni se mantivesse instalada plenamente em Além Paraíba para tomar prejuízo. O que leva a Zamboni a sair daqui é meramente uma dos pilares do Capitalismo onde o objetivo da empresário é obter lucros. Prejuízo não faz parte desse cenário nem tampoco laços sentimentais por razões geográficas. Se um estado oferece a um empresário maior lucratividade fiscal ele deve ir em busca desse benefício. Se não for outro irá, se perder espaço em seu ramo outro ocupará. Não tem nhem nhem nhem da carrocinha de leite, do amor pela terra natal e outras questiúnculas, o quem tem de real em tudo isso chama-se lucro. No mundo de hoje quem não ganha nos centavos, perde milhões e quem perde milhões quebra, vai falência, à bancarrota. Não tenham ilusões, a Zamboni vem aos poucos deixando a cidade. Vem fazendo isso de maneira discreta, fatiada, para ser menos dolorosa e assustadora para a população. Já tivemos momentos em que a mãe sonhava com o filho ser médico, dentista e mais recentemente ser empregado da Zamboni. Era sinal de estatus. Não tenho ilusões, em pouco tempo o que resta da Zamboni vai ser atraída pelo estado do Espírito Santo e aquele imenso complexo ou será fechado ou será locado a outro segmento. Os espaços não ficam vazios até porque podem virar uma Igreja, algo tão em moda nos tempos atuais. 
CULPA DO GOVERNO DE MINAS. ALÔ, ALÔ ELEITOR.
Se o Governo de Minas Gerais, não esse do PT, os antecessores também tivessem reagido de maneira firme quando a Rosinha do Garotinho (Rosinha Garotinho... isso lá é nome de Governadora) deu todas as isenções possíveis para que o Estado do Rio atraísse empresas não estaríamos hoje a lamentar. Por uma questão de Justiça, o hoje Conselheiro do Tribunal de Contas de Minas Gerais, Sebastião Helvécio, quando Deputado Estadual (muitas vezes majoritario em Além Paraíba) prometeu aprovar um regime especial de tributação reduzida o tivesse feito também estaríamos em melhor situação. Mais convenhamos, ser Conselheiro de uma côrte de contas, com mandato vitalício é bem melhor que pedir voto de quatro em quatro anos. Mais e as promessas que ficaram para trás... outros que cuidem ou não cuidem. O Governo atual do PT, de novo DO PT, mais uma vez DO PT, que tem tantos Deputados apadrinhados por lideranças políticas de Além Paraíba não quer saber de reduzir impostos em favor de empresas que geram empregos. O que o Governador Pimentel quer é continuar maquiando os números de suas contas para que a falência que Minas vive, idêntica a do Estado do Rio não se mostre antes de outubro do ano que se avizinha para o Pimentel tentar ganhar de novo. Pobre Minas Gerais. Desde 1789, homens de bem vem tentando reduzir impostos. Qual foi o outro motivo da Inconfidência Mineira  que não este? Os Governos Mineiros não, todos eles, PT, PSDB, PMDB, PQTP não olham para as regiões de fronteira. Não é de todo verdade pois não. No Triângulo Mineiro existem regimes de tributação especial sim. Os Governos de Minas não olham para a Zona da Mata que está se empobrecendo. Dito isto, não me venham por favor crucificar, criticar ou demonizar a ida de mais uma fatia da Zamboni, quase um patrimônio imaterial da gente Alem-paraiba. A Zamboni é uma empresa e se hoje sua existência empresarial fica mais estável no Rio de Janeiro, que ela vá. Ainda bem que o atual Prefeito não entrou nesse caminho de ir para Belo Horizonte atrás de apoio e redução de impostos para que a Zamboni não saísse, para que a mesma obtivesse regime especial de tributação pelos empregos que gera. Se fosse iria tirar muitas fotos, voltar com a pasta cheia de promessas e ao final não conseguiria nada, porque Minas Gerais e seus Governantes não abrem mão de impostos e de tributos. Eles querem é grana nos cofres da fazenda pública. Grana de grandes empresas, de pequenos empresários e até mesmo de micro empresários. Eu lamento a ida de mais essa parte do grupo Zamboni mas, em momento algum acreditei no papo furado do ano passado e em momento algum esperei algo desse Governo do PT que está a frente do estado. Em sendo não fui surpreendido e foi melhor, porque doeu menos.
Dauro Machado - Editor do Jornal A Gazeta

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